segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Tristeza

Tristeza
O que fazer dessa tristeza?
Chorá-la inteira até que se desgaste?
Afastá-la sem saber como ou para onde? 
O que fazer dessas pessoas felizes, que passam exultantes a irritar-me?
Haverá sentido nessa alternância de estados de espírito?
Precisaria o Homem desses momentos imprecisos?
Trará, subvertidamente, alguma felicidade toda essa amargura?
Estaria eu assim triste por falta de opção?
Ou de todas as escolhas, elegi sem saber essa escuridão?
Não sei por que tantos por tantos porquês...
Mas não ouse roubar a minha tristeza.
Há nela alguma verdade e devo entendê-la.
Contemplar, meditar, racionalizar, sentir, agir...
Estão todos cheios de um imenso vazio.
Nada se completa, nada floresce, está tudo parado,
também eu ando inanimado...
Isto também passará, eu sei, mas agora só no que penso é
O que fazer dessa tristeza?
5 Fev 2015, por Sergio Lima
Mesa de Bar - A Visão de um Sóbrio
Por Sergio Lima
Todos entretidos, falando de coisas fúteis, embora empenhada e eloquentemente.
Uma Babel, de assuntos (e não de línguas), onde nenhum assunto se conecta, mas todos se completam.
São políticos, doutores, matemáticos e astrofísicos... todos formados na universidade do Chopp.
E assim se passa mais uma noite escaldante nessa terra carioca. Flertes, olhares, intenções - algumas veladas, outras nem tanto.
É a vida seguindo seu curso, formando amizades eternas que duram apenas algumas horas, sob as bênçãos de Baco.
Quem, como eu, passa ao largo dessa gente tem a impressão de que são seres de outro planeta, ao mesmo tempo que aguarda ansiosamente o momento de também estar ali.

De Ano Novo

De Ano Novo
Lutas. Alegrias.
Batalhas perdidas. Pontos fora da curva...
Suor. Extenuação.
Refrigério. Bênçãos inesperadas...
Tanto se faz na lida diária
Que os sentimentos se misturam
e não se sabe ao certo
se existiram todos ou nenhum deles.
E bate coração.
E bate a tempestade.
E bate o pôr-do-sol
Seguir, corrigir, acreditar!
Assim é que se deve caminhar...
18 de Fevereiro de 2015, por Sergio Lima

À Mulher da Minha Vida


Para todo homem vai chegar
o dia de fracassar.
Entre lutas e felicidades, 
sem qualquer aviso, fatalidades.
Hora de pensar.
Talvez por muito planejar
exista algo a corrigir...
É hora de agir.
Pode ser que esteja estafado...
ou quem sabe desanimado,
por carregar, da vida, o fardo.
Para quando este dia chegar,
desejo que ao seu lado possa estar
A Mulher que vai te levantar!
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Por Sergio Lima
em 1 de Maio de 2015
Com amor e admiração à minha esposa Paola Lima

domingo, 11 de setembro de 2016

Soneto da Maturação

Colecionadas algumas auroras
Mudam-se as certezas
E o definitivo se torna discutível


Necessidades, destrezas e dúvidas 
Transformam-se em seus opostos
de forma natural e inesperada.

Exercício de sabedoria,
De observação e desprendimento.
Deixar-se invadir pela maturidade,
Transformar-se pelo existir.

Tudo que se é
Pode mudar, evoluir.
O desgosto e o prazer
Podem se encontrar e surpreender!

Por Sergio Lima
Em 12 de Fevereiro de 2016
Momento

Hoje deu vontade de pedir desculpas a todas as pessoas com quem já fui grosseiro ou rude. Desculpem, amigos!
Hoje deu vontade de agradecer a tantos que foram parceiros em momentos de tristeza, solidão ou apuros. Obrigado, amigos!
Hoje deu vontade de dizer que eu erro, sim, mas estou querendo sempre acertar.
Hoje deu vontade de dizer que não sou melhor que ninguém e conto com a sabedoria de cada um para não piorar.
Hoje deu vontade de dizer que a vida é muito corrida, muito estressante, muito demandativa... e sempre lembro das pessoas que passaram em minha estrada. 
Agradeço pela vida de cada um, rezo por alguns. Dou boas gargalhadas sozinho. Fico triste. 
Desejo, bem do fundo de meu coração, que tudo de bom aconteça para essas pessoas.
Hoje deu essa vontade...
Sergio Lima

domingo, 22 de dezembro de 2013

De Ano Novo

Lutas. Alegrias.
Batalhas perdidas. Curvas fora da linha...

Suor. Extenuação.
Refrigério. Bênçãos inesperadas...

Tanto se faz na lida diária,
que os sentimentos se misturam.
Com o passar dos dias
não se sabe ao certo
se existiram todos ou nenhum deles.

E bate o coração.
E bate a tempestade.
E bate o por-do-sol.
E bate a satisfação.

Seguir, corrigir, acreditar...
Assim é que se deve caminhar!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Amor

Há milênios e milênios nos perguntamos o que é o amor. Perto da gente, o poeta Manfredini repercute a indagação com um toque de indignação: 'quem inventou o amor, me diga, por favor'.
O amor não cabe numa definição,  dado à subjetividade de quem dele se apropria, mas que ele dói e alegra e refestela e desafia e enleva e desatina, creio que ninguém discorde.
O amor é um bilhete que é jogado amassado num canto escuro do coração.
O amor é taça de vinho numa tarde de segunda.
O amor é um por do sol estonteantemente nublado.
O amor é indizível,  ao passo que precisamente aciselado pelo escultor.
O amor é para cada um aquilo que é - como Deus - sem estar certo ou errado.
Não confunda! O amor é seu, e ninguém pode lhe explicar o que ele é.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Preparado Para Isso?

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